De Sintra e Lisboa, pegamos um ônibus para a cidade-santa portuguesa: Fátima. Em 13 de maio de 1917, três crianças (Lúcia, Francisco e Jacinta) levavam um rebanho até que, por volta do meio-dia, pararam (como sempre faziam) para rezar o terço. De repente, viram uma luz brilhante, onde se encontrava “uma senhora mais brilhante que o sol”, segurando um terço. Era a “Senhora do Rosário”, e praticamente todo mundo daqui e daí já ouviu falar do santuário e dos seus segredos. Eu não pretendia ir
a Fátima, mas fui pelo pedido dos meus avós, devotos da santa. O lugar impressiona. Quente, árido, claro e grandioso, o Santuário de Fátima é um local de fé.
Logo na chegada, eu e Rafael vimos uma mulher andando de joelhos para atravessar o longo pátio que se estende em frente à basílica. Mas ela era apenas uma entre vários. Lugar de profunda devoção, Fátima foi o local mais espiritual que visitei. Que seja real ou não a história da aparição e dos segredos, a fé daquelas pessoas ali é a mais pura verdade.

A capelinha fica bem no lugar onde tudo aconteceu